Novas Poesias.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Ouvem-se Gritos

OUVEM-SE GRITOS
 Por toda parte ouvem-se gritos.
 Gritos de agonia... 
Gritos de aflição... 
Gritos de conquistas 
Porque simplesmente uma facção derrotou o seu inimigo... 
O seu próximo... O seu irmão. 

Alguém gritou! 
                    É uma mãe que não agüenta de dor...                             
Seu filho foi atingido por uma bala perdida...Perdida? 
Não! ela foi direcionada ao próximo 
Mas quem foi atingido? 
Um moço, o seu próximo, seu irmão. 


Ai! Que dor!! 
Grita alguém em uma fila de hospita.
Socorro! 
Grita o próximo e aquele que está ao lado 
E os que estão ali para socorrer 
Simplesmente deixam-no morrer.  

Uma criança pede: 
Tio! Dá-me um pedaço de pão! 
E aquele “tio” fala mal do seu próximo empurrando-o ao chão. 
Uma viúva chora,
Que dor no seu coração... 
Um pai geme e morre... 
Mais um órfão sem consolo, sem direção. 

Alguém grita: 
 “Jesus filho de Davi tem misericórdia de mim!” 
 Jesus pára ao ouvir os gritos de um cego
a beira do caminho e dirigindo-se a ele 
Gentilmente pergunta: 
O que você quer caminhante sozinho? 
 Esperançoso o cego lhe diz: 
Quero ver. E logo viu.
 Agora seus gritos de dor e desespero 
Passam a ser hinos de louvor
Cantados por inteiro. 

Vamos viver como Jesus! 
Vamos fazer como Jesus! 
Assim os gritos de horror 
Tornar-se-ão em brados de hinos
E canções de louvor. 
Jesus falou assim:
“Amarás ao Senhor teu Deus de todo coração, 
e ao seu próximo como a ti mesmo” Mateus 22.
                             Quem, pois é o teu próximo? 
Onde anda teu irmão? 
Que ames a Deus sobre tudo 
Que enxergues diante de ti o teu próximo
E acolhas de coração.




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